Resumo
Neste trabalho abordamos uma exposição crítica sobre a teoria de identificação e relevância dos stakeholders. Argumentamos que as teorias descritivas e instrumentais dos grupos de interesse favoreceram que os diretores de empresas centrem a sua atenção nos resultados das suas atuações e não na prevenção das consequências, sejam intencionais ou não. Propomos, que os critérios de legitimidade, poder e urgência, devem ser acompanhados por uma identificação dos grupos de afetados, legítimos, mas dependentes, dando especial relevância aos grupos mais vulneráveis, relativamente às decisões de uma empresa.